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Revista Proteste / Dinheiros e Direitos |
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A edição de Março da DECO/PROTESTE já se encontra à disposição dos leitores/consumidores.
Esta edição apresenta vários artigos, um dos quais refere-se à certificação energética dos edifícios.
Desde Janeiro de 2009 que é obrigatório cada habitação ter o certificado energético. Este sistema visa racionalizar gastos e proteger o ambiente, mas os seus custos e burocracias podem reflectir-se no preço final da habitação.
Um estudo realizado pela DECO/Proteste revela que a mesma habitação poderá ter um grau de certificação energético diferente, consoante a avaliação do perito.
Este artigo apresenta os aspectos principais a ter em consideração se pretender certificação energética da sua habitação, como por exemplo: consultar a lista de peritos qualificados em www.adene.pt; comparar propostas; pedir a identificação do perito, reunir documentação; guardar documento que comprove que aceitou as condições apresentadas pelo perito, bem como a factura do serviço; facilitar o acesso à habitação; entre outros.
Mudando de assunto, os casais portugueses que pretendem ser pais deparam-se com um problema. Onde deixar o seu filho após o gozo da licença de parental? As creches e os jardins-de-infância podem ser uma alternativa. No entanto, a escassez de vagas e o custo elevado são as principais razões apontadas pelas famílias para não colocarem os seus filhos nestas instituições, segundo o estudo da DECO/Proteste.
Mas por outro lado, os pais que colocam os filhos na creche ou no jardim-de-infância devem ter um conhecimento prévio do espaço, do custo, da segurança das instalações, entre outras, para que possam fazer a escolha acertada.
Nesta publicação, o consumidor pode ainda consultar os resultados de testes efectuados a netbooks, capacetes de mota, máquinas digitais, farinhas para bebé, máquinas de lavar roupa e automóveis.
A revista Dinheiro & Direitos, edição de Março/Abril, é dedicada a diversos temas económicos.
O aumento do desemprego é um dos temas de destaque desta edição, para além de outros.
A crise económica que está instalada em Portugal proporciona a falência, a reestruturação e a fusão das empresas e consequentemente o aumento do desemprego. A maioria dos desempregados são profissionais não qualificados da área administrativa dos serviços e do comércio. Mas a crise afecta também directores e gerentes de pequenas empresas.
A formação é a alternativa para quem está desempregado e aproveita para aperfeiçoar os conhecimentos que tem da sua experiência profissional, o que lhe poderá permitir alargar o leque de oportunidades de emprego.
Fonte: Revista DECO/PROTESTE, nº 311. Março de 2010
Revista Dinheiro & Direitos, nº 98, Março/Abril 2010
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